JOÃO ANGELINI

Distrito Federal, Brasil, 1980. Vive e trabalha em Brasília, Brasil.

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A imagem em movimento é o principal ponto de partida para pesquisa artística de João Angelini, que se desdobra em vídeos, animações, objetos e performances. O artista revisita a stop-motion, técnica tradicional de animação, criando filmes a partir de uma sequência de imagens fotografadas, ou constrói pequenas instalações com vídeos e jogos de espelhos que criam ilusões de ótica convocando a nossa percepção a desvendar a narrativa metafórica e os processos internos do trabalho. Através deste tipo de estratégia, o artista retrabalha e subverte os mecanismos por detrás da ilusão de movimento na imagem cinematográfica. Pela diversidade da sua produção, os seus trabalhos são regularmente expostos em diferentes ambientes institucionais tais como cinemas, teatros, museus e galerias de arte. Membro do Grupo EmpreZa, vencedores do Prêmio Marcantonio Vilaça 2015. João é também professor de gravura, animação e tridimensionalidade na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, onde leciona desde 2008.

 

O seu trabalho integra coleções tais como: Acervo Banco Itaú, São Paulo, Brasil; Centro Cultural UFG, Goiás, Brasil; Fundação Rômulo Maiorana, Pará, Brasil; MAB- Museu de Arte de Brasília, Brasília, Brasil; MAR- Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil, entre outras.

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